Terça-feira, 21 de Setembro De 2010

Céu e o Inferno

Um homem, seu cavalo e seu cão caminhavam por uma estrada. Quando passavam perto de uma árvore gigantesca, um raio caiu, e todos morreram fulminados.

Mas o homem não percebeu que já havia deixado este mundo, e continuou caminhando com seus dois animais; às vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição…

A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina.

O caminhante dirigiu-se ao homem que guardava a entrada.
- Bom dia. Que lugar é este, tão lindo?
- Aqui é o Céu.
- Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede.
- O senhor pode entrar e beber água à vontade.
E o guarda indicou a fonte.
- Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
- Lamento muito, mas aqui não se permite a entrada de animais.

O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande, mas ele não beberia sozinho; agradeceu e continuou adiante. Depois de muito caminharem, já exaustos, chegaram a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha, que se abria para um caminho de terra, ladeada de árvores.

À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, possivelmente dormindo.

- Bom dia – disse o caminhante.- Estamos com muita sede, meu cavalo, meu cachorro e eu.
- Há uma fonte naquelas pedras – disse o homem e indicando o lugar. – Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede. Em seguida voltou para agradecer.

- Por sinal, como se chama este lugar?
- Céu.
- Céu? Mas o guarda do portão de mármore disse que lá era o céu!
- Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.

O caminhante ficou perplexo.
- Vocês deviam evitar isso! Essa informação falsa deve causar grandes confusões!
O homem sorriu:
- De forma alguma. Na verdade, eles nos fazem um grande favor. Porque lá ficam todos aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos…

do livro “O demônio e a Srta. Prym “

 

"Paulo Coelho"


publicado por cadinha às 10:00
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Quarta-feira, 08 de Setembro De 2010

VIVER COMO AS FLORES!!

- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.

- Pois viva como as flores, advertiu o mestre!

- Como é viver como as flores, perguntou o discípulo?

- Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.

 

http://comunidade-espiritual.com/Sirlei_Reno/blog/viver-como-as-flores/

Obrigado Sílvia por partilhares comigo este ensinamento

Muita LUZ ,AMOR e PAZ

NAMASTÈ

publicado por cadinha às 12:26
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Sábado, 21 de Agosto De 2010

A parábola da rosa!

 

Um certo homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente e, antes que ela desabrochasse, ele a examinou. Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou: "Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?" Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa, e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu. Assim é com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas. Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos. Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós, e, consequentemente, isso morre. Nós nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve mostrá-la a elas. Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas. Esta é a característica do amor -- olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas. Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajuda-a a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições. Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, Elas superarão seus próprios espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes....

 

(tirado de http://luznosmomentos.blogspot.com/2010/07/aprender-confiar.html )

 

 

 

 

MUITA LUZ

NAMASTÊ

publicado por cadinha às 15:28
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Domingo, 15 de Agosto De 2010

O menino que queria ver Deus!

 

 

 

 

Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus. Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente.

Um dia encheu sua mochila com pastéis e refrigerante e saiu para brincar no parque.

Quando ele andou umas três quadras, encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto a ele, abriu sua mochila e ia tomar um gole de refrigerante, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então lhe ofereceu um pastel.

O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.

Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo; então ele ofereceu-lhe seu refrigerante.

Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.

O menino estava tão feliz!

Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastéis e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.

Quando começou escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa mas, antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho.

Aí, o velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido.

Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face:

- O que você fez hoje que te deixou tão feliz assim?

Ele respondeu:

- Passei à tarde com Deus. Você sabe, Ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi?

Enquanto isso, o velhinho chegou a casa com o mais radiante sorriso na face, e seu filho perguntou:

- Por onde você esteve que está tão feliz?

E o velhinho respondeu:

- Comi pastéis e tomei guaraná no parque, com Deus.

Você sabe que Ele é bem mais jovem do que eu pensava?

A face de Deus está em todas as pessoas e coisas que são vistas com os olhos do amor e do coração!

 

NAMASTÈ

publicado por cadinha às 23:39
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Quarta-feira, 11 de Agosto De 2010

"A pequena Alma e o Sol "

- Eu sei quem sou! 
E Deus disse: 
- Que bom! Quem és tu? 
E a Pequena Alma gritou: 
- Eu sou Luz 
E Deus sorriu. 
- É isso mesmo! - exclamou Deus. - Tu és Luz! 

A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reimo deveriam descobrir. 

- Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma. 

Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus (o que não é má ideia para qualquer alma que queira ser Quem Realmente É) e disse: 

- Olá Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo? 

E Deus disse: 
- Quer dizer que queres ser Quem já És? 

- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a pequena Alma. 

- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez. 
- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma. 

- Bem, acho que já era de esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada. Depois a sua expressão mudou. 

- Há só uma coisa... 
O quê? - perguntou a Pequena Alma. 

- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és; por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas. 

- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa. 

- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, ziliões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria não seria o Sol sem vocês. "Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz - eis a questão". 

- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma mais animada. 

Deus sorriu novamente. 
- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus. 

- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma. 
- É aquilo que tu não és - replicou Deus. 

- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma. 

- Só se o escolheres. Na verdade não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos a inventar tudo. Estamos a fingir. 

- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor. 

Depois Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exactamente o oposto. 

- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é - disse Deus - Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus - quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. 

"Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!" 

- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma. 

- Claro! - Deus riu-se. - Claro que podes! Mas lembra-te de que "especial" não quer dizer "melhor"! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos esqueceram-se disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial! 

- Uau - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. - Posso ser tão especial quanto quiser! 

- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser? 

- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. - Não estou a perceber. 

- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial? 

A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento. 

- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma - É especial ser prestável. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros. 

- Sim! - concordou Deus - E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz. 

- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. - Quero ser a parte de especial chamada "perdão". Não é ser especial alguém que perdoa? 

- Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma. 

- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma. 

- Bom, mas há uma coisa que devias saber - disse Deus. 

A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação. 

- O que é? - suspirou a Pequena Alma. 
- Não há ninguém a quem perdoar. 

- Ninguém? A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido. 

- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta. 

Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que se tinha aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados - de todo o Reino - porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava a ter uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles estavam a dizer. 

Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas. 

- Então, perdoar quem? - perguntou Deus. 

- Bem, isto não vai ter piada nenhuma! - resmungou a Pequena Alma - Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial. 

E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste. 

Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse: 
- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga. 

- Vais? - a Pequena Alma animou-se. - Mas o que é que tu podes fazer? 
- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares! 

- Podes? 
- Claro! - disse a Alma Amiga alegremente. - Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares. 

- Mas porquê? Porque é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. - Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que te levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal? 

- É simples - disse a Alma Amiga. - Faço-o porque te amo. 

A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta. 

- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga - tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançámos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançámos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincámos juntas através de todo o tempo e em muitos sítios. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau - fomos ambas a vítima e o vilão. Encontrámo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exacta e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos. 

- E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a "má" desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa. 

- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa. 

- Oh, havemos de pensar nalguma coisa - respondeu a Alma Amiga, pisacndo o olho. 

Então a Alma Amiga pareceu ficar séria, disse numa voz mais calma: 

- Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes? 
- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma. 

- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não-muito-boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E por isso, só te peço um favor em troca. 

- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar: - Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar! 

Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta. 
- O que é? - perguntou a Pequena Alma. - O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim! 

- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos. 

E então a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga. 

- O que é que posso fazer por ti? - perguntou novamente a Pequena Alma. 

- No momento em que eu te atacar e atingir, - respondeu a Alma Amiga - no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento... 

- Sim? - interrompeu a Pequena Alma - Sim? 
A Alma Amiga ficou ainda mais quieta. 

- Lembra-te de Quem Realmente Sou. 
- Oh, não me hei-de esquecer! - gritou a Pequena Alma - Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora. 

- Que bom, - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar a fingir tanto, que eu própria me vou esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar às duas Quem Somos. 

- Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. - Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva - a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou. 


E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão. 

E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível. 

E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que deus lhe tinha dito. 

Lembra-te sempre, - Deus aqui tinha sorrido - não te enviei senão anjos"

 

 

 

Agradeço a minha amiga Silvia por me ter Partilhado comigo esta linda História

Obrigada

Muita LUZ

Namasté

publicado por cadinha às 13:03
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Domingo, 06 de Junho De 2010

Apaixone-se por si primeiro....

 

 

 

Namasté

 

Cc

publicado por cadinha às 14:40
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Quinta-feira, 27 de Maio De 2010

O verdadeiro sentido de Viver!

uma águia, a rainha das aves.
Cinco anos depois, um naturalista veio visitá-lo. Passando pelo jardim, exclamou:
- Tem uma águia na capoeira!
O proprietário respondeu:
- De facto, é uma águia, mas eu habituei-a a ser uma galinha. Já não é águia, é galinha, apesar de ter asas com cinco metros de envergadura.
- Não, respondeu o sábio, continua a ser uma águia. Tem um coração de águia. É capaz de voar muito alto, no céu.
- Não, disse o propietário, tornou –se galinha e nunca mais voará.
Decidiram pois fazer uma experiência. O naturalista agarrou na águia, ergueu-a e disse-lhe numa voz forte:
- Águia, tu és uma ÁGUIA. És uma ave do céu, não da terra. Abre as tuas asas e voa.
A águia olhou para um lado e para o outro, depois para baixo. Viu as galinhas a debicar... e deu um salto para o chão.
O proprietário exclamou:
- Eu não lhe dizia? É uma galinha.
- Não, disse o naturalista. É uma águia. Amanhã, vamos fazer uma nova experiência.
No dia seguinte, levou a águia para o telhado da casa e exclamou.
- Águia, TU ÉS UMA ÁGUIA. Abre as tuas asas e voa.
Mas, novamente, a águia, vendo as galinhas que enchiam o papo, saltou para o chão e juntou-se a elas.
O proprietário triunfava.: 
- Eu bem lhe dizia. É uma galinha.
- Não, retorquiu o naturalista, é uma águia. Tem coração de águia. Façamos amanhã a última experiênicia. Ela voará.
Na manhã seguinte, logo cedo, o amigo da águia levantou-se, pegou na ave e levou-a para fora da cidade, longe das habitações dos homens, no sopé de uma alta montanha. O sol ergia-se, iluminando o cimo. Todos os cumes das alturas brilhavam na alegria desta manhã radiosa.
Entao ele fala:
- Águia, TU ÉS ÁGUIA! Tu pertences ao céu e não a terra. Abre as tuas asas e voa.
A águia olhou para todos os lados. Estremeceu como invadida por uma vida nova. Mas não voou.
O homem obrigou-a então a olhar direito para o sol. A ave real abriu as asas e lançou-se no voo. Subiu, subiu, desapareceu na luz e nunca mais voltou.
Era uma águia.

 

 

Companheiros de Jornada desde sempre fomos obrigados a viver como galinhas e continuam a fazer-nos acreditar que somos galinhas mas na realidade somos Águias.

Abram  as asas e levantem voo , olhem em direcção ao sol pois é ai que esta o que tanto procuram , a PAZ , a FELICIDADE e o AMOR.

 

Namasté

publicado por cadinha às 13:52
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Terça-feira, 06 de Abril De 2010

estamos em obras :0)

aguarde as novidades :0)

publicado por cadinha às 19:51
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